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Advogado trabalhista especialista na defesa dos bancários

Foto de Fernando Rodrigues Ferreira

Fernando Rodrigues Ferreira

Você está cansado de resolver tudo sozinho para o seu banco? Metas impossíveis, horas extras que não são pagas corretamente, Burnout, situações totalmente estressantes? Seu caso tem solução.

Você conhece o ritmo. A pressão da meta diária, a reunião que começa às 8h, as dezenas de e-mails e mensagens que chegam após o expediente. 

A “cultura de alta performance” que, na prática, se traduz em almoços engolidos em quinze minutos e a sensação constante de que você nunca faz o suficiente.

Para quem está de fora, você tem uma carreira de sucesso em uma das áreas mais prestigiadas do mercado. Mas só você conhece o peso real por trás dessa imagem.

A Normalização do Abuso

Essa pressão constante, esse estado de alerta permanente, tem um nome. E não é “comprometimento”. É abuso estrutural.

O ambiente bancário construiu uma narrativa poderosa de que a exaustão é sinônimo de ambição e o desrespeito aos seus limites é o preço do sucesso.

É uma estrutura projetada para extrair o máximo de você, muitas vezes cruzando a linha do que é legal e do que é justo.

A estrutura que tem ilegalidades mascaradas.

O abuso no setor bancário raramente é explícito. Ele é velado, disfarçado de “cultura corporativa” e justificado pelos resultados.

Mas quando despido dessa roupagem, o que resta é uma série de ilegalidades claras.

1. As Verdades que o Sistema Tenta Esconder

A sua jornada de trabalho não termina quando você desliga o computador. Ela continua nos grupos de WhatsApp, nos e-mails noturnos, nos relatórios de fim de semana.

Essas horas, que não são registradas nem pagas, não são uma “colaboração”. São uma dívida que o banco tem com você.

2. O Assédio Moral como Ferramenta de Gestão

A cobrança por metas inatingíveis, as ameaças veladas de demissão, a exposição em reuniões e o isolamento de quem não “performa” não são técnicas de liderança. São formas de assédio moral, calculadas para manter a equipe sob um estado de medo e submissão.

3. A Doença como Consequência Direta

A ansiedade, o Burnout, a depressão, a LER/DORT. Essas não são fraquezas individuais. São as consequências diretas e previsíveis de um ambiente de trabalho que ultrapassa os limites humanos. São, para todos os efeitos legais, acidentes de trabalho.

Você foi treinado para ser resiliente. Mas a resiliência não pode ser uma desculpa para a ilegalidade.

Como resolver estes problemas?

Buscar a reparação por esses abusos não é um ato de fraqueza.

Pelo contrário. É o movimento mais estratégico que um profissional que conhece seu próprio valor pode fazer. 

Uma defesa jurídica de alto nível para casos bancários não se baseia em confronto barulhento.

Ela se baseia em três pilares:

• Estratégia Probatória:

Coletar as provas do abuso de forma eficaz — e-mails, mensagens, testemunhas, laudos médicos — para construir um caso que não deixa margem para dúvidas.

• Precisão Técnica:

Argumentos sólidos com base na lei, convenções coletivas da categoria e na jurisprudência consolidada, mostrando que não se trata de uma opinião, mas da constatação de um direito violado.

• Proteção da Reputação:

Conduzir todo o processo com o máximo de discrição. O objetivo é a sua reparação, não a sua exposição.

Seu nome e sua carreira futura são ativos a serem protegidos.

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